terça-feira, 29 de outubro de 2013

“Sem cursos e com poucos recursos”

Lendo o livro da minha prima e também professora, Mailde Medeiros Azambuja, fiquei encantado com a riqueza de detalhes. Mailde conta sua trajetória como professora no Seridó, desde quando iniciou sua carreira docente em 1941, com apenas 13 anos de idade, recebendo turmas do Ensino Fundamental, lecionando nos sítios, nas fazendas, nas escolas públicas, sempre com muito zelo e dedicação. A professora narra suas experiências, a metodologia utilizada por ela e que, realmente, funcionava, seus receios e sucessos. Essa é uma obra que indico para toda a comunidade de Pedagogia, principalmente para os meus colegas seridoenses devido ao resgate na história da nossa região. Parabéns, Professora Mailde Medeiros.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

JOGOS E INTERVENÇÕES.

No III Simpósio Internacional de psicopedagogia, tive a oportunidade de conhecer algumas técnicas novas que auxiliam na intervenção das diferentes dificuldades de aprendizagens. Abaixo, postei alguns jogos interessantes que adquiri e que já comecei a utilizar com muito sucesso nas minhas intervenções. 


terça-feira, 22 de outubro de 2013

III Simpósio Internacional da ABPp 2013 .

         O III Simpósio Internacional da ABPp 2013  foi maravilhoso. O simpósio aconteceu na Universidade Paulistana – UNIP, em São Paulo e contou com palestrantes internacionais renomados. Foram três dias de muito aprendizado e novidades. Quero deixar aqui os meus parabéns a nossa presidente Quézia Bombonatto por sua brilhante atuação a frente da nossa associação e a todos os colegas psicopedagogos e psicopedagogas que aprenderam tanto durante esse simpósio.




domingo, 13 de outubro de 2013

O professor faz a correção de atividades com a caneta azul ou vermelha?

             Quando eu ainda fazia a graduação de Pedagogia, surgiu uma discussão sobre como corrigir as atividades das crianças, com tinta azul ou vermelha. A princípio, o assunto abordado não teria muita importância já que a relevância maior, não era com a cor e sim, os acertos, os erros, os caminhos que levam as crianças a descobrirem ou não, os conhecimentos. Entretanto, essa não deixou de ser uma discussão interessante.
               Algumas das minhas colegas abominavam a tinta vermelha na correção de tarefas e procurei saber por quê. Diziam elas, que era devido aos velhos boletins que eram preenchidos com as canetas vermelhas destacando bem as notas abaixo da média e essa ação, poderia trazer algum trauma futuro. Talvez seja por isso, que hoje é comum usarem, prioritariamente, as canetas azuis nas correções de cadernos e avaliações.
            Particularmente, não concordo com essas afirmações e explico utilizando meus conhecimentos empíricos: Na minha época de estudante, exatamente no Ensino Fundamental I, o meu boletim tinha notas escritas com as cores azuis e também vermelhas e isso não me trouxe nenhuma “sequela educacional”. Na verdade eu até gostava que essas cores diferenciassem minhas notas, pois assim, saberia rapidamente, em que disciplinas deveria estudar mais.
            Na minha opinião, os  professores podem corrigir os trabalhos das crianças com a caneta azul, rosa, preta, verde ou vermelha, sem esquecer, no entanto, de explicar a aquele aluno, que não entendeu determinado assunto, o por que da questão não está certa. A cor da caneta é o que menos importa.  
            Quanto as minhas correções, já que o psicopedagogo não trabalha utilizando notas, eu tenho uma forma bem mais tranquila para avaliar os nossos trabalhos escritos: Sem a criança saber, escrevo a palavra “visto” utilizando à caneta azul naquelas questões em que ela alcançou os acertos sem a minha ajuda, ou escrevo o visto com verde naquelas em que houve acertos nas questões com o meu auxilio e, por fim, escrevo visto com vermelho, naquelas questões erradas. Essa é uma maneira de, quando voltar à pasta do cliente, saberei, num primeiro olhar, quais são as suas dificuldades e seus avanços alcançados.

Pp. Hebert Ezequiel
ABPp 84134

sábado, 12 de outubro de 2013

Fatos, Piadas e Poesias: Tudo isso só por falta de um pote?

O livro dessa semana é de autoria do meu saudoso avô Francisco Fernandes. O autor conta, com muito humor, em forma de glosas, algumas histórias acontecidas com ele e com alguns amigos sertanejos, na região do Seridó. Vale a pena ler.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Poema

 SONHOS ACORRENTADOS
A corrente que me aperta
Pensava ser de aço e de prata
Saiu de uma caixa aberta
De uma joia quase certa
Descobriu-se depois, ser de lata.

Saiu sob a forma de pensamentos
Numa manhã chuvosa
Mostrando nossos sentimentos
Como quem volta no tempo
Numa brilhante nebulosa

E assim, um dia, já fomos felizes
Quando esperançosos acreditávamos
Na lua e no arco-íris
Quando premeditávamos
A sombra da figura de Isis

No entanto o tempo não perdoa
E com ele, a idade voa
Mostra-nos e caçoa
Que os anos passam, amaldiçoa
Onde a lenda não mais soa

Por isso, esqueçamo-nos de tudo
Cuidemos de nossas responsabilidades
Absurdas, legítimas e hipócritas
Pois nada mais importa
Apenas a nossa utópica felicidade

Vamos buscá-la
O mais depressa possível
Auxilie-me nessa empreitada
Não tenha medo, não é difícil
Precisamos apreciá-la, resgatá-la

Viver os dias inevitáveis e furtivos 
Que escapam de nossos músculos cardíacos  
Viver como lépidos fugitivos
Percorrendo as linhas da Iliade 
Em sonhos jamais concluídos

E, parar, cansar, deitar
Num último e leve suspiro
Sentindo que tudo feito valerá
Se não aqui, acolá
Depois que tudo tiver sumido.

Miguel D'Estro "O sonhador"



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Parabéns!

Parabéns a nossa querida aluna Rebeca Santos, pelo aprendizado alcançado durante esse ano. Mais uma fera das nossas. Valeu, minha amiga!